https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/issue/feedFACSETE Health Sciences2026-09-13T04:02:11+00:00Prof. Dr. Fernando Felicioni - FACSETE Health Scienceshealthsciences@facsete.edu.brOpen Journal Systems"FACSETE Health Sciences" FACSETE Health Sciences "facsetehealthsciences"https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/162Esquizofrenia: compreender, cuidar e incluir2026-08-03T04:28:14+00:00Fernando Felicionifernandofelicioni@hotmail.com<p>Este dossiê temático da FACSETE Health Sciences reúne cinco estudos dedicados à esquizofrenia, examinada em suas dimensões diagnóstica, histórica, psicológica, neurocognitiva e social. Os artigos discutem os limites do modelo de espectro do DSM-5-TR, a evolução dos critérios classificatórios e as aproximações e divergências entre o DSM-5-TR e a CID-11; exploram as contribuições da Psicologia Analítica e da Terapia Cognitivo-Comportamental; analisam os déficits cognitivos e executivos e os alcances da psicofarmacologia; e problematizam o estigma, os direitos e os desafios da inclusão social. Embora partam de perspectivas distintas, os trabalhos convergem na compreensão de que a esquizofrenia não pode ser reduzida a sintomas ou categorias diagnósticas. Seu cuidado exige abordagens integradas, sensíveis à subjetividade, à funcionalidade, ao contexto sociocultural e à cidadania das pessoas diagnosticadas.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/182O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:01:57+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/213O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:19:43+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/288MKPASSWD2026-09-13T01:54:49+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/342O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:05:27+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/154O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-04-16T17:23:04+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/190O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:11:28+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/230O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:37:12+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/319O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:52:17+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/381O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:57:26+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/175O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T00:48:03+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/209O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:18:36+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/272O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:49:27+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/329O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:57:43+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/188O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:10:49+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/226MKbf8fa92026-09-13T01:24:50+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/305O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:12:42+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/377O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:56:37+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/207O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:18:14+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/252MKA_CTL2026-09-13T01:42:35+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/324O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:54:14+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/388O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T04:02:11+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/186O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:09:43+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/224MK3e826c2026-09-13T01:24:02+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/303O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:02:58+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/356O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:51:21+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/205O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:17:44+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/237MKA_CTL2026-09-13T01:39:20+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/322O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:53:32+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/386O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T04:00:29+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/183O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:05:34+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/214O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:20:31+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/301O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:00:20+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/344O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:42:51+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/197O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:12:59+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/231O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:37:41+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/320O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:52:47+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/383O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:57:50+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/178O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T00:51:26+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/211MK745e5a2026-09-13T01:19:07+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/287MKCTL22026-09-13T01:54:29+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/331O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:59:54+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/189O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:11:09+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/229O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:36:48+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/306O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:12:58+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/379O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:57:01+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/165O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T00:06:08+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/208MK33036c2026-09-13T01:18:25+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/269O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:48:55+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/328O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:57:22+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/187O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:10:06+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/225MKb1514a2026-09-13T01:24:25+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/304O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:12:27+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/357O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:51:41+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/206O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:17:48+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/251O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:42:03+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/323O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:53:53+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/387O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T04:01:06+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/184O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:06:10+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/223MK0ba8b72026-09-13T01:23:38+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/302O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:00:40+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/345O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:43:19+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/201O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:16:57+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/233O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T01:38:17+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/321O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T02:53:10+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/384O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido2026-09-13T03:58:15+00:00Luana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/155Esquizofrenia: diagnóstico, critérios clínicos e evolução histórica entre DSM-5-TR e CID-112026-04-16T17:28:37+00:00Maria Luiza Maia Oliveira mlmaia.oliveira@gmail.comLuana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo analisar a evolução histórica do conceito de esquizofrenia, abordando os critérios diagnósticos presentes nos manuais classificatórios, além de discutir sobre as convergências e divergências entre o DSM-5-TR e a CID-11. Inicialmente, apresenta-se um breve panorama histórico acerca do transtorno, desde as concepções de Benedict Morel até os dias atuais. Em seguida discute-se sobre a evolução histórica dos critérios diagnósticos desde o DSM-I, enfatizando as atualizações presentes na CID-11. Por fim, refletiu-se acerca das convergências e divergências existentes entre os manuais diagnósticos vigentes, DSM-5-TR e CID-11, além de tecer reflexões acerca das considerações clínicas e das implicações para o diagnóstico atual. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas em bases de dados científicas como SciELO, PubMed, PePSIC, Google Acadêmico e APAPsycNet, além de livros e manuais diagnósticos. Os achados apresentam a transição do termo “demência precoce” utilizados por Kraepelin e Morel para o termo “esquizofrenia” introduzido por Bleuler e evidenciam uma transição de modelos predominantemente categoriais para abordagens híbridas categorial-dimensionais, com convergência na exclusão dos sintomas de primeira ordem de Kurt Schneider e dos subtipos diagnósticos, além de divergências na organização dos domínios sintomáticos e nos critérios funcionais, impactando a prática clínica contemporânea. Conclui-se que a avaliação clínica deve considerar fatores culturais, sociais e cognitivos, contribuindo para maior precisão diagnóstica.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/156Esquizofrenia: perspectivas da Psicologia Analítica e da Terapia Cognitivo-Comportamental 2026-04-16T17:39:58+00:00Camilla E. B. Sousacamillabraz7@gmail.comLeandro M. Souzaleandroms28@gmail.comLuana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>A esquizofrenia é um transtorno caracterizado por alterações no pensamento, na percepção, das emoções e no comportamento, envolvendo sintomas positivos, negativos e prejuízos cognitivos. Tradicionalmente compreendida a partir de modelos biomédicos, a esquizofrenia tem sido progressivamente analisada também sob perspectivas psicológicas que valorizam a experiência subjetiva do indivíduo. O presente estudo tem como objetivo integrar as contribuições da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da Psicologia Analítica para a compreensão e o manejo da esquizofrenia, especialmente no que se refere aos delírios e às alucinações. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, fundamentada em literatura clássica e contemporânea. A TCC é apresentada como uma abordagem estruturada e baseada em evidências, que enfatiza a conceitualização cognitiva dos sintomas psicóticos, a avaliação dos significados atribuídos às experiências e o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento adaptativas. A Psicologia Analítica, por sua vez, contribui com a compreensão simbólica dos conteúdos psicóticos, considerando os delírios e alucinações como expressões do inconsciente e manifestações arquetípicas, possibilitando uma leitura mais objetiva do sofrimento psíquico. Os resultados indicam que a articulação entre essas abordagens permite uma compreensão mais abrangente da esquizofrenia, ao integrar técnicas de intervenção clínica com a valorização do mundo interno e simbólico do paciente, favorecendo o cuidado psicológico de forma complementar ao tratamento farmacológico.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/157Neuropsicologia e Psicofarmacologia na Esquizofrenia2026-04-16T18:29:19+00:00Arthur A. Antunesarthuralbert2238@gmail.comHenrique A. Batistahalvaresbatista@yahoo.com.brLuana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.com<p>A esquizofrenia é caracterizada por alterações persistentes no pensamento, na percepção e no comportamento, com repercussões significativas no funcionamento social e ocupacional do indivíduo. Para além dos sintomas positivos e negativos, a literatura aponta a presença de alterações relevantes nas funções cognitivas, especialmente em processos como atenção, memória de trabalho, velocidade de processamento e funções executivas, havendo evidências de que os déficits estão relacionados a disfunções nos sistemas dopaminérgico, glutamatérgico e gabaérgico, bem como a alterações estruturais e funcionais nos circuitos frontais, temporais e talâmicos. Este estudo teve como objetivo analisar os déficits cognitivos e executivos na esquizofrenia, considerando suas bases neurobiológicas, implicações psicofarmacológicas e repercussões clínicas. O presente artigo consiste em uma revisão narrativa da literatura, com estratégia de busca estruturada, realizada predominantemente na base PubMed/MEDLINE, complementada por produções científicas nacionais. Foram incluídos estudos publicados entre 2015 e 2025, nos idiomas português e inglês, abrangendo diferentes delineamentos metodológicos relevantes para a compreensão dos déficits cognitivos e executivos na esquizofrenia. A síntese dos achados foi conduzida de forma qualitativa e interpretativa. Embora os antipsicóticos demonstrem remissão dos sintomas positivos e negativos, seus efeitos sobre o funcionamento executivo e cognitivo são limitados. Alguns fármacos como guanfacina, vortioxetina, buspirona e minociclina apresentam efeitos positivos em domínios neurocognitivos específicos, sem evidência de melhora global da cognição. A avaliação neuropsicológica e as intervenções de remediação cognitiva são estratégias centrais no manejo clínico, sobretudo quando integradas ao tratamento farmacológico. Conclui-se que os déficits cognitivos e executivos representam um eixo central da esquizofrenia, com impacto funcional significativo e persistente, não sendo plenamente responsivos ao tratamento antipsicótico convencional, o que reforça a necessidade de abordagens clínicas integradas e funcionalmente orientadas.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Scienceshttps://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/158Esquizofrenia e sociedade: estigmas, direitos e inclusão social2026-04-16T18:33:35+00:00Alexandre A. F. Toledoautoralexandretoledo@gmail.comRafaela C. S. Ribeirorafaelaconceicaosouza@gmail.comCarla Cristina Amorimprof.carlaamorim@gmail.comLuana Cristina Soares Almeidaprof.luanacsoares@gmail.com<p>O presente estudo analisa os estigmas associados à esquizofrenia, articulando conceitos da psicologia social com evidências empíricas e históricas. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, realizada em bases de dados como SciELO, PubMed, repositórios universitários e plataformas governamentais, contemplando publicações prioritariamente dos últimos cinco anos (2020–2025), além de obras clássicas relevantes. Foram priorizados estudos que abordam a realidade latino-americana, em português e inglês. A análise foi estruturada em quatro eixos principais: (1) origens históricas do estigma; (2) manifestações contemporâneas em contextos brasileiros; (3) impactos em pessoas com esquizofrenia em situação de rua ou extrema vulnerabilidade; (4) legislações e políticas públicas como respostas e desafios de implementação. Os resultados indicam associação entre estigma, desigualdades sociais e dificuldades de acesso ao cuidado em saúde mental, especialmente em populações vulnerabilizadas. Destaca-se, ainda, o papel ambivalente da religiosidade, que pode atuar tanto como estratégia de acolhimento quanto como fator que dificulta o diagnóstico e o tratamento. Embora a Lei nº 10.216/2001 represente um avanço no campo normativo, sua efetividade depende da implementação de políticas públicas intersetoriais. Conclui-se que a esquizofrenia deve ser compreendida não apenas como um diagnóstico clínico, mas como um fenômeno social atravessado por processos de exclusão, preconceito e resistência, o que impõe desafios à promoção da cidadania e à efetivação do cuidado em saúde mental.</p>2026-08-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences