FACSETE Health Sciences https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences "FACSETE Health Sciences" FACSETE Health Sciences "facsetehealthsciences" pt-BR healthsciences@facsete.edu.br (Prof. Dr. Fernando Felicioni - FACSETE Health Sciences) healthsciences@facsete.edu.br (Facsete Health Sciences) Mon, 03 Aug 2026 04:36:12 +0000 OJS 3.3.0.13 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Esquizofrenia: compreender, cuidar e incluir https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/162 <p>Este dossiê temático da FACSETE Health Sciences reúne cinco estudos dedicados à esquizofrenia, examinada em suas dimensões diagnóstica, histórica, psicológica, neurocognitiva e social. Os artigos discutem os limites do modelo de espectro do DSM-5-TR, a evolução dos critérios classificatórios e as aproximações e divergências entre o DSM-5-TR e a CID-11; exploram as contribuições da Psicologia Analítica e da Terapia Cognitivo-Comportamental; analisam os déficits cognitivos e executivos e os alcances da psicofarmacologia; e problematizam o estigma, os direitos e os desafios da inclusão social. Embora partam de perspectivas distintas, os trabalhos convergem na compreensão de que a esquizofrenia não pode ser reduzida a sintomas ou categorias diagnósticas. Seu cuidado exige abordagens integradas, sensíveis à subjetividade, à funcionalidade, ao contexto sociocultural e à cidadania das pessoas diagnosticadas.</p> Fernando Felicioni Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/162 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/182 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/182 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/213 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/213 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MKPASSWD https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/288 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/288 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/342 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/342 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/154 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/154 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/190 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/190 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/230 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/230 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/319 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/319 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/381 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/381 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/175 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/175 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/209 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/209 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/272 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/272 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/329 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/329 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/188 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/188 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MKbf8fa9 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/226 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/226 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/305 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/305 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/377 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/377 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/207 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/207 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MKA_CTL https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/252 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/252 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/324 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/324 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/388 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/388 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/186 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/186 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MK3e826c https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/224 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/224 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/303 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/303 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/356 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/356 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/205 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/205 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MKA_CTL https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/237 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/237 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/322 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/322 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/386 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/386 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/183 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/183 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/214 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/214 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/301 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/301 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/344 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/344 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/197 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/197 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/231 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/231 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/320 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/320 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/383 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/383 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/178 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/178 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MK745e5a https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/211 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/211 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MKCTL2 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/287 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/287 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/331 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/331 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/189 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/189 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/229 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/229 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/306 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/306 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/379 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/379 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/165 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/165 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MK33036c https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/208 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/208 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/269 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/269 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/328 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/328 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/187 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/187 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MKb1514a https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/225 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/225 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/304 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/304 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/357 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/357 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/206 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/206 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/251 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/251 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/323 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/323 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/387 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/387 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/184 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/184 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 MK0ba8b7 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/223 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/223 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/302 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/302 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/345 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/345 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/201 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/201 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/233 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/233 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/321 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/321 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 O espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR: limites e possibilidades de um modelo híbrido https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/384 <p>O DSM-5-TR propõe a organização dos transtornos psicóticos a partir da noção de espectro, indicando um movimento em direção à superação de modelos diagnósticos estritamente categoriais. No entanto, essa proposta ainda apresenta contradições importantes que limitam sua aplicabilidade clínica. Neste texto, defende-se uma análise crítica do modelo de espectro da esquizofrenia no DSM-5-TR, articulando contribuições da psicopatologia, neurociência, psicologia e saúde coletiva. Argumenta-se que, embora o manual incorpore elementos dimensionais, sua estrutura ainda se sustenta em critérios operacionais rígidos, especialmente baseados em tempo de duração e número de sintomas. Além disso, problematiza-se a centralidade dos sintomas positivos em detrimento dos sintomas negativos, bem como as limitações do modelo frente à heterogeneidade do transtorno e à influência de fatores socioculturais. Defende-se, de forma clara, que o DSM-5-TR avança ao reconhecer a continuidade dos fenômenos psicóticos, mas ainda se mostra insuficiente para compreender a esquizofrenia em sua complexidade. Assim, configura-se como um modelo híbrido que, embora represente um avanço, permanece limitado por uma estrutura diagnóstica que não acompanha plenamente a complexidade do fenômeno clínico.</p> Luana Cristina Soares Almeida, Carla Cristina Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/384 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 Esquizofrenia: diagnóstico, critérios clínicos e evolução histórica entre DSM-5-TR e CID-11 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/155 <p>O presente artigo tem como objetivo analisar a evolução histórica do conceito de esquizofrenia, abordando os critérios diagnósticos presentes nos manuais classificatórios, além de discutir sobre as convergências e divergências entre o DSM-5-TR e a CID-11. Inicialmente, apresenta-se um breve panorama histórico acerca do transtorno, desde as concepções de Benedict Morel até os dias atuais. Em seguida discute-se sobre a evolução histórica dos critérios diagnósticos desde o DSM-I, enfatizando as atualizações presentes na CID-11. Por fim, refletiu-se acerca das convergências e divergências existentes entre os manuais diagnósticos vigentes, DSM-5-TR e CID-11, além de tecer reflexões acerca das considerações clínicas e das implicações para o diagnóstico atual. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas em bases de dados científicas como SciELO, PubMed, PePSIC, Google Acadêmico e APAPsycNet, além de livros e manuais diagnósticos. Os achados apresentam a transição do termo “demência precoce” utilizados por&nbsp; Kraepelin e Morel para o termo “esquizofrenia” introduzido por Bleuler e&nbsp; evidenciam&nbsp; uma transição de modelos predominantemente categoriais para abordagens híbridas categorial-dimensionais, com convergência na exclusão dos sintomas de primeira ordem de Kurt Schneider e dos subtipos diagnósticos, além de divergências na organização dos domínios sintomáticos e nos critérios funcionais, impactando a prática clínica contemporânea. Conclui-se que a avaliação clínica deve considerar fatores culturais, sociais e cognitivos, contribuindo para maior precisão diagnóstica.</p> Maria Luiza Maia Oliveira , Luana Cristina Soares Almeida, Carla Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/155 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 Esquizofrenia: perspectivas da Psicologia Analítica e da Terapia Cognitivo-Comportamental https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/156 <p>A esquizofrenia é um transtorno caracterizado por alterações no pensamento, na percepção, das emoções e no comportamento, envolvendo sintomas positivos, negativos e prejuízos cognitivos. Tradicionalmente compreendida a partir de modelos biomédicos, a esquizofrenia tem sido progressivamente analisada também sob perspectivas psicológicas que valorizam a experiência subjetiva do indivíduo. O presente estudo tem como objetivo integrar as contribuições da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da Psicologia Analítica para a compreensão e o manejo da esquizofrenia, especialmente no que se refere aos delírios e às alucinações. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, fundamentada em literatura clássica e contemporânea. A TCC é apresentada como uma abordagem estruturada e baseada em evidências, que enfatiza a conceitualização cognitiva dos sintomas psicóticos, a avaliação dos significados atribuídos às experiências e o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento adaptativas. A Psicologia Analítica, por sua vez, contribui com a compreensão simbólica dos conteúdos psicóticos, considerando os delírios e alucinações como expressões do inconsciente e manifestações arquetípicas, possibilitando uma leitura mais objetiva do sofrimento psíquico. Os resultados indicam que a articulação entre essas abordagens permite uma compreensão mais abrangente da esquizofrenia, ao integrar técnicas de intervenção clínica com a valorização do mundo interno e simbólico do paciente, favorecendo o cuidado psicológico de forma complementar ao tratamento farmacológico.</p> Camilla Sousa, Leandro Souza, Luana Cristina Soares Almeida, Carla Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/156 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 Neuropsicologia e Psicofarmacologia na Esquizofrenia https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/157 <p>A esquizofrenia é caracterizada por alterações persistentes no pensamento, na percepção e no comportamento, com repercussões significativas no funcionamento social e ocupacional do indivíduo. Para além dos sintomas positivos e negativos, a literatura aponta a presença de alterações relevantes nas funções cognitivas, especialmente em processos como atenção, memória de trabalho, velocidade de processamento e funções executivas, havendo evidências de que os déficits estão relacionados a disfunções nos sistemas dopaminérgico, glutamatérgico e gabaérgico, bem como a alterações estruturais e funcionais nos circuitos frontais, temporais e talâmicos. Este estudo teve como objetivo analisar os déficits cognitivos e executivos na esquizofrenia, considerando suas bases neurobiológicas, implicações psicofarmacológicas e repercussões clínicas. O presente artigo consiste em uma revisão narrativa da literatura, com estratégia de busca estruturada, realizada predominantemente na base PubMed/MEDLINE, complementada por produções científicas nacionais. Foram incluídos estudos publicados entre 2015 e 2025, nos idiomas português e inglês, abrangendo diferentes delineamentos metodológicos relevantes para a compreensão dos déficits cognitivos e executivos na esquizofrenia. A síntese dos achados foi conduzida de forma qualitativa e interpretativa. Embora os antipsicóticos demonstrem remissão dos sintomas positivos e negativos, seus efeitos sobre o funcionamento executivo e cognitivo são limitados. Alguns fármacos como guanfacina, vortioxetina, buspirona e minociclina apresentam efeitos positivos em domínios neurocognitivos específicos, sem evidência de melhora global da cognição. A avaliação neuropsicológica e as intervenções de remediação cognitiva são estratégias centrais no manejo clínico, sobretudo quando integradas ao tratamento farmacológico. Conclui-se que os déficits cognitivos e executivos representam um eixo central da esquizofrenia, com impacto funcional significativo e persistente, não sendo plenamente responsivos ao tratamento antipsicótico convencional, o que reforça a necessidade de abordagens clínicas integradas e funcionalmente orientadas.</p> Arthur A. Antunes, Henrique A. Batista, Luana Cristina Soares Almeida, Carla Amorim Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/157 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000 Esquizofrenia e sociedade: estigmas, direitos e inclusão social https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/158 <p>O presente estudo analisa os estigmas associados à esquizofrenia, articulando conceitos da psicologia social com evidências empíricas e históricas. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, realizada em bases de dados como SciELO, PubMed, repositórios universitários e plataformas governamentais, contemplando publicações prioritariamente dos últimos cinco anos (2020–2025), além de obras clássicas relevantes. Foram priorizados estudos que abordam a realidade latino-americana, em português e inglês. A análise foi estruturada em quatro eixos principais: (1) origens históricas do estigma; (2) manifestações contemporâneas em contextos brasileiros; (3) impactos em pessoas com esquizofrenia em situação de rua ou extrema vulnerabilidade; (4) legislações e políticas públicas como respostas e desafios de implementação. Os resultados indicam associação entre estigma, desigualdades sociais e dificuldades de acesso ao cuidado em saúde mental, especialmente em populações vulnerabilizadas. Destaca-se, ainda, o papel ambivalente da religiosidade, que pode atuar tanto como estratégia de acolhimento quanto como fator que dificulta o diagnóstico e o tratamento. Embora a Lei nº 10.216/2001 represente um avanço no campo normativo, sua efetividade depende da implementação de políticas públicas intersetoriais. Conclui-se que a esquizofrenia deve ser compreendida não apenas como um diagnóstico clínico, mas como um fenômeno social atravessado por processos de exclusão, preconceito e resistência, o que impõe desafios à promoção da cidadania e à efetivação do cuidado em saúde mental.</p> Alexandre Toledo, Rafaela Ribeiro, Carla Amorim, Luana Cristina Soares Almeida Copyright (c) 2026 FACSETE Health Sciences https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://facsete.com.br/revista/index.php/FACSETEHealthSciences/article/view/158 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 +0000